sábado, 23 de maio de 2020

Mulher de Simão Sabrosa emociona-se com festa de aniversário surpresa

Vanessa Rebelo, mulher de Simão Sabrosa, completou 39 primaveras na sexta-feira, 22. Foi surpreendida com uma festa preparada em segredo pela família e os amigos. A celebração decorreu no terraço da moradia de luxo do antigo-futebolista.


As imagens da reunião foram divulgas pela decoradora, que não conteve a emoção ao ver aqueles que mais gosta reunidos.


Vává, como é tratada pelos amigos, tinha em mente uma festa mais restrita. "Sexta-feira dia dos meus anos, rotinas normais com os meus índios [referindo-se aos filhos], já lhes tinha dito que faríamos uma festa na parte exterior ao final da tarde, por de sol, só para nós."



"Durante o dia foram imensas as surpresas à minha porta, Mel e Sofia, que saudades que tinha delas, lá trocámos sorrisos, sim, este ano, para dentro de casa ainda era complicado, somos sempre uns 40 nestas comemorações, no mínimo"continuou.


Entusiasmada, a companheira do ex-atleta começou a preparar tudo a rigor, mal sabia o que a esperava... 


"Preparei a mesa, pequena desta vez, só para nós, um mimo como eu gosto de fazer para todos cá em casa, afinal só fazemos anos uma vez por ano." 



Os amigos e familiares juntaram-se aos poucos no terraço sem Vanessa se aperceber. Tudo graças à prima, que a distraiu. Regressou posteriormente ao espaço exterior e foi recebida com aplausos e com a tradicional música de Parabéns.

In: Vidas

sábado, 2 de maio de 2020

Simão: «Acabei de cuecas com o número 20 e o símbolo do Benfica»



Ricardo Rocha esteve novamente esta sexta-feira à conversa com antigos companheiros do Benfica. O ponto de partida foi o empate a um golo com o Boavista na última jornada da Liga 2004/05, que permitiu aos encarnados voltarem aos títulos de campeão nacional ao cabo de 11 anos.
Simão Sabrosa, que apontou o golo do Benfica nesse jogo, na conversão de uma grande penalidade, recordou o ambiente de euforia nos festejos ainda no relvado do Estádio do Bessa, pintado nessa tarde de encarnado. «Fiquei sem calções, sem camisola. Acabei de cuecas com o número 20 e o símbolo do Benfica, as meias, as caneleiras e as chuteiras», disse.
Além de Simão, na altura capitão dos encarnados, participaram na conversa Nuno Gomes, José Moreira e Bruno Aguiar. «Na prmeira passagem pelo Benfica não consegui ser campeão. Depois, saí para a Fiorentina e quando regresso tenho de esperar dois ou três anos para ter esse sabor. Foi o realizar de um sonho, um objetivo a que me tinha proposto desde que comecei a usar a camisola do Benfica. Finalmente, consegui chegar ao tão desejado título. (...) Foi o culminar de uma época de sacrifício, por isso se calhar também o sabor seja diferente. Não só pelo Benfica estar há 11 anos sem ganhar um título, mas porque foi um ano em que se tentou mudar muita coisa e em que os jogadores fizeram sacrifícios pessoais em prol do Benfica», destacou Nuno Gomes.
In: Tvi24

terça-feira, 28 de abril de 2020

Simão recorda Liverpool: «O Petit, por ser rasgadinho, rasgou-se»

Petit foi ausência de vulto do Benfica no jogo da segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de 2005/2006, em Liverpool, fruto de uma lesão contraída no treino de véspera, num exercício «rasgadinho». Assim o recordou Simão Sabrosa, esta segunda-feira, em alusão ao ‘meiinho’ feito na preparação.
«O Petit lesionou-se no ‘meiinho’. Começámos aquele treino de adaptação, fizemos o ‘meiinho’, o Koeman [então treinador] também gostava de participar», começou por recordar o autor do primeiro golo no duelo de Anfield, em conversa com Ricardo Rocha, nas redes sociais do Benfica.
O antigo defesa português apelidou de «rasgadinhos» esses momentos do treino no clube e Simão completou, em alusão ao momento que tramou Petit. «Eram rasgadinhos. O Petit, por ser rasgadinho, rasgou-se», atirou, sobre a lesão muscular sofrida pelo atual técnico do Belenenses SAD.
Simão lembrou ainda os «20 minutos iniciais» de «sufoco» na casa do Liverpool, após a vitória do Benfica por 1-0 no Estádio da Luz, considerando que a partir do seu golo, «foi mais fácil jogar.» «Claro que é sempre difícil jogar contra o Liverpool, o 11 inicial era assustador, no campeonato não estávamos a fazer uma época tão boa, mas a nível internacional estávamos bem», lembrou.
O Benfica venceu o Liverpool por 2-0 em Inglaterra e carimbou, a 8 de março de 2006, a passagem aos quartos de final da prova, fase na qual seria eliminado pelo Barcelona.
In: Tvi24

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Simão Sabrosa lembra o "melhor golo da carreira"


Para além de Fabrizio Miccoli, também Simão Sabrosa esteve, esta segunda-feira, à conversa com Ricardo Rocha no Instagram do Benfica. O jogo em Liverpool, referente à segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de 2005/06, em que ambos os jogadores marcaram, foi o centro do diálogo.

«Este jogo é uma das memórias que guardo com carinho. Noite memorável para nós, esse é o melhor golo da minha carreira. Normalmente fazia esse movimento, a fletir para dentro. Não podemos esquecer o movimento do Nuno Gomes. Era fantástico a jogar sem bola e fez com que tivéssemos aquela oportunidade. Aquela bola era indefensável, fosse qual fosse o guarda-redes. Esse golo tirou-nos um pouco a pressão porque estávamos a sofrer», lembrou o antigo capitão das águias.

O Benfica venceria o na altura campeão europeu por 2-0, carimbando a passagem aos quartos de final da Champions com Ronald Koeman no banco.

In: abola

domingo, 12 de abril de 2020

Simão marca golo 4.000 do Atlético de Madrid, na Liga, em 2009



Há 11 anos atrás, Simão Sabrosa marcava o golo 4.000 do Atlético de Madrid, na liga espanhola (La Liga). O português, com uma grande definição com a perna esquerda dentro da área, bateu Aranzubia para fechar o triunfo dos "rojiblancos" em Riazor diante do Deportivo da Coruña.

Desta forma, Simão, marcou um golo emblemático para o clube continuando a história que escreveram Adrián Escudero, autor do golo número 1.000 em 1953; Julio Orozco, que converteu o 2.000 em 1971; e Roberto Simón Marina, que assinou o 3.000 em 1990.

Simão, que vestiu a camisola "rojiblanca" durante 3 temporadas e meia, ganhou o carinho de todos os adeptos que não esquecem o seu carácter e entrega, convertendo-se num ídolo com 171 encontros oficiais disputados.

In: Atlético de Madrid.com

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Nuno Luís: «No Benfica posso destacar o Simão»

Foto: Pedro Ferreira

Nos seus 14 anos como lateral, Nuno Luís teve de enfrentar alguns dos extremos mais credenciados do futebol português e, apesar das dificuldades que sentiu na altura, vê agora que conseguiu travar duelos equilibrados. "Como é natural os jogos mais complicados eram sempre contra os três grandes. No Benfica posso destacar o Simão, no FC Porto o Folha e no Sporting o Sá Pinto", assinala o antigo jogador que recorda alguma das estratégias para parar o antigo capitão dos encarnados: "Tentávamos sempre defender através do coletivo, mas dada a qualidade destes jogadores nem sempre isso era possível...aí o Simão parava com umas pauladas".

Em Campo Maior também teve a possibilidade de jogar com Jimmy Hasselbaink, um avançado que acabou por brilhar na Premier League numa época em que era raro os clubes ingleses reforçarem os respetivos planteis em Portugal. O mais curioso é que nos primeiros tempos ninguém dava muito pelo ex-internacional holandês. "Quando ele chegou posso dizer que me surpreendeu pois...como vou dizer isto...não parecia que tinha qualidade para estar no Campomaiorense. Em poucos meses teve uma evolução notável, foi para o Boavista, e depois para Inglaterra (representou Leeds, Chelsea, Middlesbrough, Charlton e Cardiff)", assinala a Record Nuno Luís, que também se atreve a apontar um segredo para o sucesso do avançado: "Nessa altura estava em Campo Maior um jogador da Bulgária de grande qualidade, o Stoilov. Ele e o Manuel Fernandes, que era o treinador, tiveram um papel muito importante na evolução do Jimmy que aprendeu muito em Campo Maior. Aliás, o Stoilov já mostrava que ia dar treinador, como se veio a verificar".

In: Record

sexta-feira, 20 de março de 2020

Simão: "Unidos somos mais fortes"

Foto: LigaPortugal

Com um vasto currículo, Simão Sabrosa passou por dois dos grandes clubes de Portugal, Sporting CP e SL Benfica. Foi internacional pela seleção nacional A e ainda passou por cubes como FC Barcelona, Club Atlético de Madrid, Besiktas JK, RCD Espanyol e NorthEast United. O agora Embaixador da Liga Portugal fala sobre a pandemia do COVID-19 e diz que “jamais” pensou “viver este momento”, que considera “complicado e duro”. Apela ainda ao respeito das medidas impostas pela DGS e pelo Governo, sendo que, nesta altura, é muito “importante pensar positivo.”
Como está a viver o momento atual?
Estou a viver o que nunca pensei na minha geração. Está a ser um momento muito complicado e duro.
Enquanto cidadão que medidas está a tomar?
Cá em casa estamos desde dia 12 de março, por decisão nossa, em quarentena. Saio apenas para situações de emergência, como por exemplo ir à farmácia. Temos tudo o que é preciso para viver. Fizemos as compras necessárias e sem exageros. Adotamos todas as medidas preventivas, que tanto a DGS, como o Governo, apelaram.
Qual o apelo que deixa à sociedade?
Que fiquem em casa, que respeitem a decisão da DGS e do Governo. Não são férias, são momentos difíceis para todos. O mais importante é respeitar e pensar também nos outros.
O que acha que Portugal pode fazer? Concorda com as medidas impostas?
Penso que o nosso governo está a fazer tudo o que está ao alcance. Ninguém estava preparado para esta pandemia. Na minha opinião, podiam ter fechado as fronteiras mais cedo e deveriam ter feito um controle mais apertado nos aeroportos.
Que mensagem quer deixar?
Quero deixar uma mensagem de confiança, é importante pensar positivo e transmitir energia positiva. Somos um país que nos momentos difíceis e complicados conseguiu passar com distinção. Temos de ter confiança, unidos somos mais fortes. Um agradecimento especial e de coração a todos os profissionais da saúde que estão a ser uns heróis, os verdadeiros heróis do nosso país.
In: Liga Portugal

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Simão vs Jorge Andrade: As memórias do Clássico e o impacto de um triunfo

Foto: Reprodução Twitter

Simão 
Sabrosa e Jorge Andrade, hoje já retirados dos relvados, são figuras históricas de Benfica e FC Porto. Guardando dentro de si 'segredos' de diversas partidas, o extremo e o defesa dão-nos esta sexta-feira a sua perspetiva própria sobre um grande jogo entre FC Porto e Benfica.

Entre a importância de preparar bem estes encontros, mas também descansar, os dois ex-futebolistas, em declarações exclusivas ao Desporto ao Minuto, olham também para o passado, tirando do baú memórias de jogos que nunca irão esquecer. 
Fique com os comentários de lançamento à partida entre FC Porto e Benfica dos dois ex-jogadores.
Simão Sabrosa - O pré-match e a procura das boas sensações antes do jogo
"Os jogos são preparados da melhor maneira possível, independentemente do adversário. Nestes Clássicos, os trabalhos durante a semana são diferentes. Diferentes no sentido de haver uma preocupação maior com a equipa contrária... de ver o lado positivo e negativo de cada equipa. O Benfica deverá procurar perceber onde pode agredir com bola o FC Porto. São trabalhos estratégicos, com muitas reuniões e muitos vídeos. Este é um processo que acontece, normalmente, também para outros jogos, mas aqui passa mais pela motivação durante a semana. Os jogadores querem treinar bem e ter boas sensações para chegarem confiantes ao jogo. A nível coletivo há uma preparação base do treinador e depois, com cada jogador, procuram-se as boas sensações no treino... um bom golo, um bom cruzamento, para depois antes do jogo começares a tentar visualizar esse lance a acontecer".
Jorge Andrade - O trabalho 'normal' como escape para a pressão do Clássico
"Os jogadores já têm rotinas e tudo o que for feito a mais, por vezes, prejudica. É ter uma semana de trabalho normal e fazer uma análise do adversário. Todos os jogadores e treinadores sentem estes jogos de forma especial. O treino é importante mais nas bolas paradas e para tentar tirar proveito de algum atleta que possa estar a destacar-se. Mas a semana já corre diferente pela motivação que há para estes jogos. Os treinadores é que têm de perceber se dão ou não importância a estes jogos. A pressão exterior é entendida como normal e raramente é um tema falado. É uma preparação que tem de ser o mais normal possível, para não fazer aumentar a pressão sobre os atletas".
Simão Sabrosa A vitória no Clássico frente ao... campeão europeu
"Há sempre pontos positivos e negativos neste tipo de jogos para um ex-jogador. Claro que tentamos sempre lembrar os momentos positivos e o que eu guardo, sem dúvida, foi o da final da Taça de Portugal. Ganhámos esse jogo 2-1 ao FC Porto e passado quatro dias eles ganharam a Liga dos Campeões. O FC Porto tinha uma excelente equipa e um treinador que não precisa de ser elogiado, que é Mourinho, o melhor treinador português".
Notícias ao Minuto© Reuters
Jorge Andrade - A vitória contra o eterno rival como factor de redenção
"O que guardo na recordação foi um jogo disputado ainda nas Antas, curiosamente com o Mourinho, como treinador do Benfica, a perder. Esse jogo foi importante para nós vencermos o Benfica porque vinhamos de uma época com algumas complicações e em que não vencemos o campeonato. Vencer o Benfica é sempre motivante, não só para os adeptos mas também para os jogadores".
As expetativas para o Clássico de sábado
Simão Sabrosa: "Espero que seja um grande espetáculo. Esperemos que não hajam incidências que roubem o protagonismo aos jogadores. Como ex-jogadores olhamos para estes jogos de forma diferente. Quando iamos para campo o objetivo era jogar e ganhar e, agora, é mais observar o jogo e o espetáculo. Que seja um bom espetáculo com muito respeito entre todos os atletas".
Jorge Andrade: "Uma vitória do Benfica deixa tudo mais difícil para o FC Porto. Uma vitória do FC Porto podia relançar o campeonato. Este ano só duas equipas mostraram estarem capacitadas para lutar pelo título, se o Benfica vencer fica quase reduzido a uma equipa e se isso acontecer vamos ter um final de época muito aborrecido. Por causa disso, voto por uma vitória do FC Porto". 
In: Desporto ao minuto

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Simão Sabrosa: «Clássico não vão ser só noventa minutos»

Foto: A bola

Simão Sabrosa, antigo jogador do Benfica, defende que o desfecho do clássico do Dragão, marcado para sábado, «não vai ser decisivo», mas considera que pode ser «muito importante» para o clube da Luz consolidar a liderança.
«Não vai ser decisivo, mas é muito importante. Se o Benfica ganhar fica com dez pontos e o FC Porto vai querer reduzir [a diferença pontual]. Vai ser um jogo de máxima concentração, não vão ser só 90 minutos», referiu o antigo extremo, que representou o Benfica durante seis temporadas consecutivas, numa iniciativa promovida por uma casa de apostas desportivas que também envolveu Jorge Andrade.
Simão Sabrosa considera ainda que depois do treinador Sérgio Conceição ter colocado o lugar à disposição, após a derrota na final da Taça da Liga, os dragões começaram a jogar melhor.
«Acho que as duas equipas estão bem. O FC Porto depois daquele murro na mesa do Sérgio Conceição começou, de facto, a jogar melhor, a ganhar e a marcar mais golos», defendeu.
Contudo, o atual comentador desportivo vê o Benfica a «jogar igualmente bem» e com o reforço Rafa «super recuperado e super motivado».
Simão Sabrosa não esquece os «papéis invertidos» na temporada passada, relativamente à diferença pontual na classificação, e alerta para a intenção do FC Porto em fazer igual recuperação de sete pontos.
«[O Benfica] vinha em segundo [lugar], recuperou sete pontos e foi campeão. O FC Porto também acredita que pode chegar ao primeiro lugar, mas ainda falta muito campeonato», terminou.
In: Tvi24

domingo, 26 de janeiro de 2020

Jogo 'Embaixadores da Liga vs Rádio Comercial' trouxe euforia aos fãs

Foto: Rádio Comercial

O dia da final da Allianz CUP teve não um, mas dois jogos repletos de talento.
Umas horas antes do jogo decisivo, e num embate que se previa particularmente equilibrado, os Embaixadores da Liga Portugal defrontaram, no Minestádio, a equipa da Rádio Comercial.
Vasco Palmeirim, Pedro Ribeiro, César Mourão, Ricardo Araújo Pereira, Paulo Miranda, Rui Simões, André Teixeira e Paulo Rico vieram a Braga provar que têm tanto talento para jogar futebol, como para animar as manhãs dos portugueses. Como “intruso”, a estação de rádio contou ainda com o talento de Pedro Barbosa.
Do lado dos Embaixadores da Liga, Alan, Jorge Andrade, Ricardo Rocha, Simão, Hélder Postiga, Chaínho, Costinha, Neno, Nuno Gomes e João Pinto formaram o plantel que, sob o comando técnico de Helton, tinha a difícil missão de enfrentar os locutores.
Com a atmosfera própria dos grandes jogos, as estrelas entraram sob forte aplauso, e nem a ausência de Nuno Markl, obrigado a ficar na bancada por inesperada lesão, acalmou a diversão dos adeptos.
In: Liga Portugal